Vacinação infantil: 6 razões para você levar o seu filho para vacinar

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O Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, é uma medida com reconhecimento internacional no controle de doenças no Brasil. No entanto, recentemente, muitos pais deixaram de vacinar os filhos — a cobertura da vacinação infantil atingiu o nível mais baixo em 2017 nos últimos 16 anos no país.

A falsa sensação de que doenças já erradicadas não precisam mais de imunização, o medo das vacinas ou até mesmo as notícias falsas que circulam pelas redes sociais falando dos perigos dessas substâncias são alguns dos fatores para que um número menor de bebês e crianças estejam em dia com o calendário nacional de vacinação.

Para que você não tenha dúvidas da importância da imunização, acompanhe este post que mostra 6 motivos pelos quais você deve levar o seu filho para vacinar!

1. Protege contra doenças graves

Você quer que seu filho cresça saudável? Então, manter as vacinas em dia deve ser um dos cuidados de saúde prioritários. As doses protegem contra doenças infecciosas — como poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, rotavírus, meningite, febre amarela, entre outras.

São patologias graves que causaram a morte de milhares de crianças no século passado ou que deixaram sequelas, como no caso do sarampo, cujas complicações podem ser cegueira, surdez e até retardo do crescimento.

A poliomelite ou paralisia infantil também pode causar sequelas, como: paralisia dos membros inferiores, problemas e dores nas articulações, alterações na fala e atrofia muscular.

A boa notícia é que é possível proteger as crianças de tudo isso: é só cumprir o calendário nacional de vacinação e ficar atento também às campanhas que convocam a população.

2. Evita a volta de doenças erradicadas

Muitos pais acham que não é necessário levar os filhos para tomarem as vacinas porque muitas doenças já foram erradicadas. Dessa forma, criam uma falsa sensação de tranquilidade. Mas é justamente para evitar a volta dessas patologias que a população precisa estar protegida.

O Brasil não tem casos de poliomielite desde 1990 e, por isso, foi certificado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) como área livre de circulação do poliovírus selvagem em 1994. Só que para evitar a circulação do vírus novamente, é imprescindível a vacinação infantil. 

Porém, segundo o Ministério da Saúde, em 2017, a cobertura de vacinas contra a pólio alcançou apenas 77% em crianças menores de 1 ano. Isso é muito preocupante pois, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há ainda três países que não erradicaram a doença: Paquistão, Nigéria e Afeganistão.

Outra preocupação é o recente surto de sarampo em Roraima e Amazonas, doença que, em 2016, foi considerada eliminada do país. No entanto, a cobertura vacinal da tetraviral — que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela — para crianças de 15 meses foi de 70,69% em 2017, ou seja, há uma parcela do público infantil vulnerável à circulação desse vírus.

3. Cuida da saúde do próximo

É importante destacar também que, ao realizar vacinação infantil, os pais estão cuidando não só da saúde dos seus filhos, mas de toda a família e da sociedade. Quanto mais pessoas estão protegidas, mais difícil é a possibilidade de circulação de vírus e bactérias de doenças graves.

A coqueluche, por exemplo, é caracterizada por uma tosse muito forte e seca e dificuldade para respirar. Ela tem acometido bebês menores de 6 meses, que ainda não estão protegidos contra a doença, e pode ser fatal.

Assim, ao vacinar seu filho você diminui o risco de circulação da bactéria e protege outras pessoas.

Portanto, a imunização é também uma forma de respeito e cuidado com a saúde do próximo. Pense nisso!

4. Oferece segurança

Um dos fatores da queda na cobertura da vacinação infantil é o medo que muitas pessoas têm da imunização. Alguns acreditam que as doses podem deixar os filhos doentes ou provocar reações graves.

As vacinas funcionam da seguinte forma: após sua aplicação, desencadeia uma série de reações imunológicas no organismo, que o deixam protegido contra a doença para a qual a vacina foi criada. Assim, ninguém vai ficar doente porque foi vacinado, pelo contrário: criará anticorpos para uma determinada patologia.

É preciso esclarecer que a produção das vacinas segue protocolos internacionais para que sejam seguras para a população. Para isso, são feitos estudos, revisões e testes por cientistas e outros profissionais da saúde para o seu desenvolvimento.

Além disso, as amostras são enviadas ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), da Fundação Oswaldo Cruz, para a realização de testes de qualidade. 

As vacinas também seguem para avaliação e aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão continua monitorando os efeitos adversos do produto, mesmo depois de sua liberação.

5. Apresenta baixo risco de reações 

Principalmente nas crianças menores, muitos pais deixam de vacinar por medo das reações da substância. Mas saiba que efeitos adversos graves são raríssimos na vacinação infantil.

A aplicação da vacina pode causar dor e vermelhidão local. Algumas crianças podem ter febre e inflamação na região da aplicação. Em casos mais raros, podem ser desencadeadas reações alérgicas.

É claro que nenhuma criança gosta de injeção e vai chorar na hora de tomar a vacina, mas é algo muito rápido e que vai proteger contra problemas maiores decorrentes de doenças infecciosas.

6. Disponibiliza doses gratuitas

Além de segura e eficaz na prevenção de doenças infecciosas, as vacinas são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, são gratuitas. São disponibilizadas na rede pública 25 vacinas para a população.

É só levar a criança ao posto de saúde mais próximo de sua residência com a caderneta de vacinação para garantir essa proteção, que pode salvar vidas!

Estar em dia com a vacinação infantil deve ser um compromisso dos pais que se preocupam com a saúde dos seus filhos e também com o bem-estar de toda a sociedade. É imprescindível seguir o calendário nacional de vacinação, participar das campanhas e, em caso de dúvidas, sempre se informar com o pediatra.

Gostou das informações que trouxemos neste post? Compartilhe este artigo com seus amigos nas redes sociais para que eles também estejam conscientizados sobre a importância da imunização, principalmente em crianças!

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