3 riscos da automedicação para a sua saúde

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Muitos não sabem, mas a automedicação é um dos maiores problemas de saúde no Brasil, pois é um hábito bem comum na nossa população, mas também muito perigoso.

Essa administração de medicamentos por conta própria, sem a orientação de um profissional, pode causar danos irreversíveis, além de uma probabilidade maior de internações e complicações. Por isso, é importante não incentivar esse comportamento em familiares e parentes, principalmente aqueles que já apresentam doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.

Então, quer entender quais são esses problemas relacionados à automedicação? Pois é disso que trataremos neste post! Continue lendo e entenda, de vez, o assunto:

1. O medicamento não é indicado para aquela doença

Quem se automedica supõe um diagnóstico por conta própria, interpretando sozinho os próprios sintomas. Sem a consulta a um médico, no entanto, pode ocorrer de essa pessoa utilizar medicamentos que, na verdade, não são indicados para os seus sintomas.

Isso acontece, por exemplo, quando um indivíduo utiliza um antibiótico — que é indicado para destruir bactérias — para tratar uma doença causada por um vírus. Outra situação é quando se administra uma quantidade menor do que a recomendada, conforme a condição clínica do paciente.

Nesses casos, como o tratamento não é efetivo, a doença continua se desenvolvendo e o paciente acabará precisando de medicamentos mais fortes depois, ampliando o tempo de medicação ou até exigindo a complementação de outros produtos, mais potentes e invasivos.

2. O medicamento pode interagir com outros

A automedicação pode causar muitos problemas de saúde, de modo geral — mas para aqueles que já fazem uso crônico de outros medicamentos, essa situação pode ser ainda mais grave.

Existe sempre a possibilidade de os medicamentos interagirem entre si, o que pode inibir ou aumentar o efeito de um deles e causando problemas clínicos no paciente. Um exemplo disso é o uso de medicamentos para tratar hipertensão que, quando administrados com antitérmicos à base de dipirona, podem causar pressão baixa.

3. O medicamento pode causar reações adversas

O paciente que realiza a automedicação não conhece todas as complicações clínicas que podem acontecer a partir desse comportamento, podendo utilizar uma dosagem incorreta ou a posologia inadequada — e sentir em si os efeitos desse problema.

Uma das possibilidades é a maior incidência de reações adversas, sintomas indesejáveis que podem se relacionar à dose do medicamento ou às características fisiológicas do paciente, sendo responsáveis até por internações.

Algumas dessas reações adversas têm pouca relevância, como uma simples queimação do estômago. Outras, por outro lado, podem ser severas, como hipotensão, convulsões, dores na coluna, falta de ar, reações alérgicas etc. Isso sem falar no risco de problemas clínicos significativos em mulheres grávidas.

Enfim, como podemos ver, os riscos da automedicação não devem ser subestimados. Além de não obter o efeito desejado, elas podem contribuir para interações medicamentosas e uma probabilidade maior de se desenvolver reações adversas. Por isso, é essencial buscar sempre a orientação de um profissional clínico antes de iniciar qualquer tratamento.

Então, gostou do post? Agora que você já compreendeu os riscos da automedicação, não deixe de compartilhar este conteúdo nas suas redes sociais e ajude a disseminar informação de relevância pública!

Grupo Infinita

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